Saiu na SuperVarejo: Um brinde ao verão


O verão está se aproximando e as primeiras coisas que associamos a essa estação do ano são férias, diversão, e, é claro, muito calor. Quando se elevam as temperaturas dos termômetros, os supermercadistas têm a oportunidade de alavancar as vendas dos produtos que mais se destacam nessa época do ano.

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Brest, na França, e pela Universidade de Southampton, no Reino Unido, o planeta Terra terá, entre 2018 e 2022, anos mais quentes do que a média. De acordo com Florian Sévellec e Sybren Drijfhout, autores da pesquisa, as altas de temperatura podem ficar numa média entre 0,02 °C e 0,07 °C.

As oportunidades de trabalhar os produtos tropicais estendem-se para além dos três meses de verão e isso pode garantir boa rentabilidade o ano inteiro, com um bom gerenciamento, como é feito, por exemplo, no Supermercado Passarela, que conta com cinco lojas distribuídas entre Concórdia e Herval d’Oeste, em Santa Catarina, e em Erechim, no Rio Grande do Sul. “Apesar de se dar mais ênfase a essas vendas no verão, nosso clima e nossos hábitos de consumo favorecem o trabalho nesse segmento durante todo o ano”, conta o gerente de marketing da rede, Edenir Fernando Rosset.

No Supermercado São Vicente, de acordo com o gerente de compras, Kleber Gusmão, o investimento na categoria para o período de calor é incrementado em 30%, quando comparado ao que acontece nas demais estações do ano. “Isso ocorre com todas as bebidas frias. Nesse período de verão, normalmente as indústrias apostam em muitos lançamentos e em produtos mais saudáveis”, diz.

Uma das oportunidades de alavancar as vendas está em um velho conhecido: o refrigerante. De acordo com um levantamento da Euromonitor International, em 2012 foram consumidos mais de 21 milhões de litros, só no Brasil. Em 2017 esse número cresceu para quase 21,5 milhões de litros e as projeções para 2023 são de um alcance de 23,3 milhões de litros.

Nem mesmo no período mais crítico da maior recessão econômica que o país já enfrentou, a categoria perdeu espaço no carrinho do consumidor. “A crise fez que com as pessoas se tornassem mais exigentes na hora de comprar. O volume de vendas está estável, mas alguns tipos de bebidas cresceram bastante, como as cervejas artesanais, os energéticos – que estão em plena curva ascendente –, assim como os sucos integrais, cuja demanda está num bom momento”, comenta Rosset.

Vê-se o mesmo cenário no Supermercado São Vicente, como relata Gusmão: “A crise, no geral, não afetou o mercado de bebidas. O que percebemos, por exemplo, é uma tendência a mudanças nos hábitos de consumo, de refrigerantes para sucos naturais ou para produtos com menos conservantes. O consumo de cervejas também passa por uma mudança, as indústrias estão focando as cervejas puro malte”. Leia na íntegra.


Tags:


Notícias relacionadas


Últimas Notícias


menu
menu