Reuniões Abertas mobilizam as Regionais e Distritais da APAS

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As atividades nas Regionais e Distritais da APAS seguem a todo vapor e as Reuniões Abertas levam conhecimento aos associados e abordam temas de suma importância para a operação dos supermercadistas. Confira como foi:

Distrital Sul

Tema: Excelência no Atendimento

O consultor Frederico Gorgulho, por meio da palestra “Excêlencia no Atendimento”, apresentou os diferenciais competitivos do canal “supermercado”, e destacou a importância de capacitar a equipe para um atendimento personalizado e focado em cada nicho de cliente da loja.

Gorgulho ainda orientou os associados sobre tornar o atendimento uma verdadeira experiência de compra e apresentou algumas ações para encantar os clientes.

A área Jurídica da APAS abordou junto aos associados temas como “E-social” e “Exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS”.

Regional Vale do Paraíba

Tema: “Onde está o Dinheiro?”

O Secretário de Turismo do Estado de São Paulo e também advogado, Laércio Benko, abordou o tema “Cadê o dinheiro?”, e explanou sobre diversos assuntos, como por exemplo, os empréstimos bancários para alavancar os negócios.

Benko destacou que, segundo estudo do Banco Mundial, o Brasil é o “campeão mundial” em tempo despendido pelas empresas para o cumprimento de obrigações tributárias, que, inclusive, contemplam grande parte das despesas dos supermercadistas.

O Secretário de Turismo ainda orientou os associados no que diz respeito a Leis que são direito dos supermercadistas.

“O supermercadista pode, por exemplo, pedir para um pesquisador de preço do concorrente se retirar do seu estabelecimento”, explicou.

A Qualiseg patrocinou a Reunião Aberta, que contou com a presença de 30 supermercadistas, de 10 empresas.

Regional Marília

Tema: Reforma Trabalhista

O advogado João Roberto, do Escritório Lodovico, abordou temas como as modalidades de contratação, salários e benefícios, jornada de trabalho e procedimentos para a rescisão e quitação da relação de emprego.

O profissional destacou ainda o grande risco que as empresas correm em sofrerem reclamações trabalhistas, e os pontos de mudança na relação entre empresa e judiciário.

“A mudança de cultura do País é necessária para a diminuição dos processos trabalhistas”, destacou o Dr. João Roberto.



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