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Em 2003, o Supermercado Angeloni, com 18 lojas em Santa Catarina e uma em Curitiba, começou a apurar o índice de perdas. Na época, a situação estava grave, acima da média nacional: 2,08%. Nos anos seguintes, a situação melhorou: foram 1,74%, 1,76% e 1,62%. ´A nossa meta para 2007 é 1,4%´, adianta o coordenador de Prevenção de Perdas, Deoclides Braz. Os índices são calculados sobre a receita bruta. No primeiro trimestre do ano passado o índice foi de 2,21%. No mesmo período deste ano subiu para 2,26%. Deoclides explica que esse aumento foi decorrente das perdas no setor de hortifrutis, ocasionadas pelas altas temperaturas. Ainda hoje, 70% de toda a perda da loja é originada no FLV. A política de prevenção de perdas foi implantada em 2004. Braz fez uma palestra para convencer a diretoria da empresa sobre a necessidade de criar um sistema de controle. ´Elaboramos um programa a partir do qual, quando
 um problema é apontado como perda, o departamento responsável tem de identificar a causa´, explica Braz. Hoje, as gerências que atingem as metas estabelecidas têm um incentivo em compras ou em dinheiro. ´Além disso, vamos à loja de surpresa e checamos aleatoriamente alguns produtos e procedimentos.´ Braz destaca os furtos no bazar, como o segundo maior foco de perda na loja. |