Blog da APAS Show: O potencial da seção de bazar em supermercados


Ir ao mercado hoje é muito mais do que comprar itens que faltam em casa. Com cada vez mais seções diferentes que agregam valor ao ponto de venda, as redes agora estão de olho em um consumidor especial, aquele que vai ao estabelecimento e compra mais do que estava na lista.

De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), em 2017 os supermercadistas brasileiros tiveram faturamento de R$ 353,2 bilhões e a participação da seção Bazar aumentou de 3,8% em 2016 para 4,1% em 2017. Segundo o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) e diretor do Super Apolo, Antônio Cesar Longo, esta seção pode ser muito rentável se for bem trabalhada.

“O grande desafio é o acerto do mix e a relação do espaço ocupado nas gôndolas. É uma seção que permite trabalhar a sazonalidade, como Dia das Crianças, por exemplo. Os brinquedos baratos são o carro-chefe de vendas no Dia das Crianças para os supermercados e é fundamental acertar os personagens da moda para alavancar as vendas”, disse Longo.

Margem de lucro e relacionamento

Para estimular este perfil dentro das lojas, diversas redes criam sua seção de bazar com itens de papelaria, utilidades para o lar, brinquedos e tudo o que seja diferente do que estamos acostumados a comprar no supermercado. Prova de que este mix de produtos ganha cada vez mais espaço nas gôndolas é a diferenciação em relação aos outros pontos de venda da região.

O que tem chamado mais a atenção dos supermercadistas, no entanto, é a porcentagem de margem de lucro que existe para estes itens, podendo chegar a 8% ou até 12% a mais que as categorias de alimentos e bebidas. Mas como tudo tem seu preço, o sortimento de itens para esta seção em um supermercado depende exclusivamente de bons relacionamentos com os fornecedores para evitar rupturas.

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